Até onde o acaso podes atingir? Não es cabido, definir quando vou partir,
em fogo alto queimareis, do ar desabareis, da terra engolireis, os sonhos, do céu realizareis,
és mascarado este acaso, és imundo de descaso, persegue-se o culpado, em vão sempre serás caçado,
caminhareis em paz a rota alternativa, flutuando com essas asas plumadas que ganheis na partida.

O amor é uma força maior, elevada a querubins,
capaz de erguer novos mundos, alçar aos céus,
obras aclamadas, sempre com rosados jardins,
a verdade sustenta esses monumentos, prende-se o véu.

Meu sentimento é uma bola de cristal a respirar esse amor todos os dias,
dentro há tulipas, peônias, bem-me-quer e uma casinha de sapê qualquer,
afeiçoados quadros de artes anônimas na parede, uma chaminé e fogo a lenha,
bancos rústicos do lado de fora, pleiteando um mundo afora.

Parabéns meu anjo celestial, mio grande amore, minha razão de vida,
tu és tão primorosa, agradeço aos céus sua presença em meus dias,
gentil, caridosa, formosa, bondosa, nem precisava ser linda,
veio ao mundo como estrela, a iluminar os próximos, todos os dias.

Apropriamos a dor dos nossos próximos, a prova concreta da compaixão humana,
somos capazes de assumir o sofrimento que estraçalha outro peito, rezamos para que cada lágrima faça efeito,
silencie a aflição, os gritos de desespero, das famílias enterradas ou que enterraram o primogênito,
tragédias costumeiras, profundas de lamentos, acabam com vidas, antes de acabar com o dia.

Gostou? Compartilhem as poesias flutuantes e lembrem-se deste humilde pseudo poeta como autor, eternamente agradecido.

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