Sem licença, sem permissão, todas as aspirações suprimidas, cuidado, chão frágil, vidro quebradiço,
pisar devagarinho, cochichar no ouvido, silenciar o coração golpeado, abraça-me, deixe-me forrar o caminho,
sou as mãos que lhe segura, os olhos na escuridão, prometo ser o nada que precisa, mais uma vez, respire,
sinta a brisa acariciar seu lindo rosto pela janela, enquanto costuro todas as feridas abertas.

Vazio, abismo de sorrisos tristes, choros alegres,
cadáver que rasteja, resmunga, nenhuma mísera beleza,
corpo de ossos e carne fraca com a alma velada,
imensa escuridão, uma parte de si, sepultada.

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