Italianos, a olhar a face da morte todos os dias, nenhuma autoria, vírus a dominar o mundo,
tristes vítimas, milhares de mortes em que não se enterra o querido, nem se olha nos olhos,
nenhum beijo na partida, alguns se vão sem oração, sem benção do padre, duramente são ceifados,
desvanecem cedo os mais velhos, tradicionais, o verde, branco e vermelho, sangue incrustado.

As Guerras e seus parênteses,
armaram o homem com o diabo,
sacrificaram santos, santificaram os cabos,
o lado bom, não tem lado.

Mulheres, subestimadas em velhos tempos, heroínas desse milênio,
guerreiras inteiras, lutadoras em guerras das armas e dos sexos,
Malala, Joana d'Arc, Tarsila do Amaral, Anita Garibaldi, tantas outras,
imortalizaram seus ideais, direitos, deveras justo, profundo respeito.

Sente aqui, como está? Parece sorrir com os olhos, linda está,
a vida é mesmo feita de figuras rítmicas, envolve-nos pela melodia lenta,
os ritmos acelerados, não importa a batida, não se decora a coreografia,
as notas coloridas e os graves agudos, embalam nossos passos até a partida.

Gostou? Compartilhem as poesias flutuantes e lembrem-se deste humilde pseudo poeta como autor, eternamente agradecido.

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