Até onde o acaso podes atingir? Não es cabido, definir quando vou partir,
em fogo alto queimareis, do ar desabareis, da terra engolireis, os sonhos, do céu realizareis,
és mascarado este acaso, és imundo de descaso, persegue-se o culpado, em vão sempre serás caçado,
caminhareis em paz a rota alternativa, flutuando com essas asas plumadas que ganheis na partida.

Amá-la, tanto mais do que se pode ser, além do que se for será,
minha incansável certeza de crer, no futuro imperfeito de amar,
todos os dias a pensar, em todas as formas, dela, ao meu lado estar,
impreterivelmente, urgentemente, sua eternidade é o céu que irei pleitear.

Dê-me a mão, levanta-te, há mais por vir,
o caminho nunca foi simples, estás-me a ouvir?
Há fadiga em seus olhos, espinhos em seus pés,
estarei sempre aqui, desabe as vezes que quiser.

Presos por amor e pelo que nos juntou,
amores partilhados por quase tudo,
sentimentos desnudos e
vínculos profundos.

Sonhos são saídas, realidades alternativas, liberdades incondicionais,
a imaginação guia-nos, somos o que queremos ser e em qualquer lugar, nada impedirá,
há quem desvende os enigmas, jogue os números na loteria, encontre o amor da vida,
uma história nova para contar no outro dia.

Gostou? Compartilhem as poesias flutuantes e lembrem-se deste humilde pseudo poeta como autor, eternamente agradecido.

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