Fácil Alegria

Que a bebida insista mais um pouco, perdi a hora?! Pendure mais uma na conta,
os sorrisos e gargalhadas já estão sem motivos, até as minhas desgraças riem,
há paz no caos, mergulhado em goles rápidos, as vezes amargo, bem amado,
o tédio não me visita, tim, tim, sempre uma saída, as vezes saideira.

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Forza Itália

Italianos, a olhar a face da morte todos os dias, nenhuma autoria, vírus a dominar o mundo,
tristes vítimas, milhares de mortes em que não se enterra o querido, nem se olha nos olhos,
nenhum beijo na partida, alguns se vão sem oração, sem benção do padre, duramente são ceifados,
desvanecem cedo os mais velhos, tradicionais, o verde, branco e vermelho, sangue incrustado.

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Morena

Toda mulher é ilha, a morena é fantasia, doce mistério lhe habita,
profundos olhos de lince, negros ou claros, convidativos, intimidativos,
pele clara ou morena, abençoada pela natureza, namorada do sol ou amante da lua,
sonho dos homens, perdição dos desventurados, corações perdidos, pobres apaixonados.

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Declínio

Deixa ir, há rocha nos ombros, pesares no olhar, amor a definhar-se,
uma voz rouca que grita, esperneia, sequer ouvida, logo silencia-se,
lágrimas inundam a face, estás o pó, o resto, nenhuma força na fadiga,
um cadáver rastejante, a saborear devagar os seus piores dias.

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De Repente

De repente era amor, palavras adocicadas, longas prosas, jeito fácil,
músicas adotadas, sorrisos colados, corpos selados, beijos intermináveis,
juras de um amor eterno, corações alados, sentimentos inquestionáveis,
as imperfeições perfeitas de um casal amável, dignos de contos encantáveis.

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Este Homem

E este homem surgiu ao mundo, trepidando, em nome do amor, do garçom e da costureira,
nem chorou, nem respirou, a vida prematuramente lhe ensinou, que lutar era o caminho, caminhou,
tinha tudo quando não era quase nada, persistente, inocente, meio delinquente, brincou, brigou, beijou,
voou sem capa e os ossos concretou, andou sobre rodas e os dentes asfaltou, experiência não lhe faltou.

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Amor Singelo

O amor é pueril, tola criança em desatino, corre pelos campos,
anda sobre rios, dança sob nuvens, sapateia em brasas, voa sem asas,
flutua em emoções, floresce os tristes corações, faz-se de tudo, graça,
quem ama puramente, não sabe explicar, tampouco, precisa entender.

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Pitacos da Vida

Sente aqui, como está? Parece sorrir com os olhos, linda está,
a vida é mesmo feita de figuras rítmicas, envolve-nos pela melodia lenta,
os ritmos acelerados, não importa a batida, não se decora a coreografia,
as notas coloridas e os graves agudos, embalam nossos passos até a partida.

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Vazio

Vazio, abismo de sorrisos tristes, choros alegres,
cadáver que rasteja, resmunga, nenhuma mísera beleza,
corpo de ossos e carne fraca com a alma velada,
imensa escuridão, uma parte de si, sepultada.

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Triste Tristeza

Triste estou, pelo vinho que não deu pileque, alegria das almas,
por uma noite de amor ausente, morangos solitários, chantilly desperdiçado,
frutas que do pé não foram roubadas, uma viagem sem banho de lama no carro,
a carência da vista de um trem, assim como sonhos, só de passagem.

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